Como este trabalho começou
A rotina de chaveiro automotivo mudou muito em quinze anos. Quando a chave era só uma lâmina de metal, o ofício cabia em uma fresadora e em um bom olho para segredo. Depois vieram o transponder, o imobilizador, o código rolante e a chave presencial, e o serviço passou a exigir diagnóstico eletrônico do mesmo nível de uma oficina de injeção.
Foi essa virada que definiu o formato daqui. Em vez de manter uma loja parada esperando cliente, montamos a bancada inteira dentro do veículo: máquina de corte, scanner, programadores e estoque de peça. O cliente que perdeu a chave não tem como levar o carro até nós, então somos nós que vamos até ele.
O que a gente não faz
Vale dizer o que fica de fora, porque isso explica o resto. Não abrimos veículo sem conferir o vínculo de quem chamou com o carro. Não desativamos imobilizador para "facilitar", porque isso entrega o antifurto de fábrica e deixa o cliente exposto. E não cobramos por tentativa: se o problema estiver fora do nosso alcance, dizemos com clareza e indicamos o caminho, em vez de insistir em procedimento que não vai pegar.
É uma régua simples e ela vale tanto para o serviço de meio-dia quanto para o chamado de domingo às quatro da manhã.
Sobre quem atende
Fábio Cordeiro Antunes responde pelo serviço e está há 16 anos na bancada, com foco em linha automotiva. Na prática isso significa que quem orça pelo WhatsApp é quem chega no local, e que o histórico do seu carro fica com a mesma pessoa se você precisar de novo daqui a dois anos.